A voz de Alice ecoou por todo local, seu timbre incomum irritado só significava uma coisa. As gêmeas haviam aprontado alguma das suas traquinagens. Em resposta ao chamado da mãe, passos apressados se encontram no corredor e correm em direção ao gabinete
- O que será que aconteceu? A gente ainda não fez nada hoje...- Comentava a mais velha procurando em sua mente algum fato que pudesse ter desagradado sua mãe. Beatriz por outro lado, corria com um olhar baixo e os olhos cheios d'agua.
- A mamãe vai me matar
Com o comentário da irmã, Bianca parou de correr istantaneamente e se voltou á caçula da casa
- O que foi que você fez?
Beatriz mostrou as mãos ainda manchadas de uma tinta negra
Sujou!
- Eu só queria fazer aquelas coisas que ela faz, aí o vidro escorregou da minha mão, ai quando eu fui tentar segurar ele melou a parede e as coisas, aí ele caiu e quebrou...
- E você conseguiu fazer aquelas coisas que ela faz?
- Eu tentei... mas não deu certo.
- Aquilo me dá medo
- Eu acho legal
- O que será que aconteceu? A gente ainda não fez nada hoje...- Comentava a mais velha procurando em sua mente algum fato que pudesse ter desagradado sua mãe. Beatriz por outro lado, corria com um olhar baixo e os olhos cheios d'agua.
- A mamãe vai me matar
Com o comentário da irmã, Bianca parou de correr istantaneamente e se voltou á caçula da casa
- O que foi que você fez?
Beatriz mostrou as mãos ainda manchadas de uma tinta negra
- Nanquim?! ... Ela vai matar a gente...Beatriz por que que você foi fazer isso... Ah meu Deus, Ah meu Deus
Sujou!- E você conseguiu fazer aquelas coisas que ela faz?
- Eu tentei... mas não deu certo.
- Aquilo me dá medo
- Eu acho legal
- O que a gente vai fazer agora... meu Deus, meu Deus
- Meninas!- Bradou mais uma vez a mãe
- Eu vou lá falar com ela - respondeu abatida - Ela vai brigar de todo jeito...
- Vem aqui - Bianca apertou as mão de Beatriz para que as suas também ficassem manchadas de tinta - Tira essa cara de choro e finge que não está sabendo de nada.
- Eu não vou conseguir... Bianca isso não vai dar certo... Ela vai brigar com você também
- Confia em mim. Vai dar tudo certo. Você confia em mim?
Alice estava de braços cruzados sentada na mesa do escritório. Os cabelos presos em um rabo de cavalo, uma camiseta simples branca, que estava levemente manchada de tinta. Seu olhar estava sério e seu rosto cansado de um dia de caçada tentava expor uma serenidade que havia se esvairido.
A seu lado, cacos de um vidro manchados de negro estavam dispostos sobre um pano branco.
- Quem das duas quebrou o meu pote de Nanquim e desenhou nas paredes do quarto?
As duas permaneceram caladas. Alice as fitou com um olhar severo, as meninas estavam com os braços para trás, ambas com avermelhadas e levemente descabeladas pela corrida. Caladas, não se pronunciavam.
- Quando uma mãe faz uma pergunta, ela espera uma resposta. Quem foi?
- A senhora vai por de castigo?- Perguntou a caçula
- Vou, para que o culpado aprenda a não mexer nas coisa dos mais velhos sem permissão. Vocês poderia ter se cortado com os cacos, ter se ferido gravemente... E se não fosse só tinta, e se fosse uma coisa mais séria? Um veneno que mata com o simples contato de pele?
- Mas era só um pote de tinta- as palavras de Bianca saíram impulsivamente
- Não importa se era só um pote de tinta, um lençol, uma pena de asa, ou um item mágico super raro de um importante de um ritual. Vocês não podem mexer...- Alice já não falava com raiva. Mantia apenas suma postura imponente de mãe quando quer educar seus filhos.
- E se a gente prometer que não vai mais fazer isso?
- Bianca... Nós já conversamos sobre isso antes. Uma de vocês desobedeceu, e a que fez isso vai ser punida para que as duas aprendam que tudo o que a gente faz tem uma consequencia. Eu não quero punir uma inocente, então eu espero que a culpada assuma seus atos e aprenda.
A branda voz de Alice procurava uma forma de não causar uma injustiça. Não era certo uma pagar pelo erro da outra. Era estranho notar que mesmo com as pequenas desavenças entre as duas, o instinto de proteção era muito maior. Uma era incapaz de denunciar a outra, ou de simplesmente se declarar inocente.
Notando que as duas permaneciam caladas, Alice começou uma nova abordagem
- Bianca, você iria gostar que Beatriz fosse punida por algo que você cometeu? Você gostaria se ela sofresse por um erro seu?
A menina balançou a cabeça negativamente
- E você Beatriz?
- Não senhora- Com uma voz já eminente de choro
- Mas vai ser isso o que vai acontecer se a responsável não se declarar...
Beatriz olhou nos olhos de Bianca, a menina entretanto, voltou-se a sua mãe, respirou fundo e começou a falar. Sabia como aquela conversa iria terminar, as duas seriam punidas, uma punição mais leve, já que a mãe não iria querer punir a inocente. Mas que não deixaria as duas saírem impunes para que o culpado não achasse que erros não possuem consequencias.
- Mãe, a senhora falou sobre uma não querer que a outra sofresse por um erro seu. Mas mãe, nós não conseguiríamos ver a outra sofrendo sozinha.
- Vocês não vão me dizer que foi?- A voz branda de antes era substituída por uma já mais alta, sem paciência, cansada da não-cooperação de suas próprias filhas.
Adriel que passava pelo corredor para um pouco para ver o desenrolar da conversa. - Alice não estava tendo muitos avanços- Parecia que psicologia infantil não era seu forte. Com um meio sorriso se dirige à sala onde Alexander lia deitado no sofá.
- Três ...
- Ma/
- Beatriz... A gente só não faz chover, mas se duvidar a gente ainda deixa o céu nublado...
- Só você, Bianca, só você...
- Eu vou lá ver o que dá para usar para cavar.
- Certo, eu vou procurar por aqui.
... Alguns minutos depois
- Bi.... Achou alguma coisa? - Perguntou Beatriz com apenas a cabça no corredor.
- Eu encontrei uma espada aqui, vai dar certinho, e você?
- Uma espada? Você vai é se cortar- Susurravam
- Nada ainda.
- A gente tem que combinar tudo antes que ela suba para trancar a porta...
- Ah, Bi, eu não sei, vou procurar aqui alguma coisa
- Tem alguem subindo corre! corre!
- Bianca... porque o meu quarto está trancado?
- Peraí Al... eu abro já...
- O que é que você está fazendo? Bianca porque você está fastando os móveis de lugar? Eu estou escutando viu?!
- Pronto, viu, tah tudo bem...
- Você está tão suada e vermelha, o que vocês estão aprontando?- Arrumando o cabelo despenteado da menina.
- É porque... olha eu não vou mentir... porque eu sei que não vai adiantar... Então como você vai descobrir...- Enrrolava enquanto pensava numa desculma convincente - Eu estava pulando na sua cama... Me desculpe...
- Mesmo? E que areia é essa no chão?
- Areia? Onde?
- Eu estou vendo a areira embaixo da escrivanhinha.
- Er... -A menina pensou um instante e respondeu com uma voz convicta - É algo que você não vai contar para mamãe
- Não vou?
- Não, porque se você contar ela vai brigar com a gente, e isso não vai ser legal, e então você vai nos proteger, porque é isso que fazem os irmãos mais velhos... Protegem os irmãos mais novos quando eles precisam.
O captare encarou a menina sério por alguns segundos
- Não é isso?!
Alexander respondeu com uma careta, seguido por uma um meio sorriso.
- ... Então vamos limpar essa areia antes que ela venha aqui e veja.
- AAAAAAAAl eu te amo...- pulando em cima dele e o enchendo de beijos- Te amo, te amo, te amo...
- Meninas!- Bradou mais uma vez a mãe
- Eu vou lá falar com ela - respondeu abatida - Ela vai brigar de todo jeito...
- Vem aqui - Bianca apertou as mão de Beatriz para que as suas também ficassem manchadas de tinta - Tira essa cara de choro e finge que não está sabendo de nada.
- Eu não vou conseguir... Bianca isso não vai dar certo... Ela vai brigar com você também
- Confia em mim. Vai dar tudo certo. Você confia em mim?
- Sim...
- Então vamos... Além do mais Uma briga a mais uma briga a menos, eu não vou morrer por causa disso... eu acho...
As meninas começaram a correr, no caminho, Bianca aproveitava para se sujar um pouco mais de tinta para dar mais veracidade a seu plano.
As meninas começaram a correr, no caminho, Bianca aproveitava para se sujar um pouco mais de tinta para dar mais veracidade a seu plano.
Alice estava de braços cruzados sentada na mesa do escritório. Os cabelos presos em um rabo de cavalo, uma camiseta simples branca, que estava levemente manchada de tinta. Seu olhar estava sério e seu rosto cansado de um dia de caçada tentava expor uma serenidade que havia se esvairido.
A seu lado, cacos de um vidro manchados de negro estavam dispostos sobre um pano branco.
- Quem das duas quebrou o meu pote de Nanquim e desenhou nas paredes do quarto?
As duas permaneceram caladas. Alice as fitou com um olhar severo, as meninas estavam com os braços para trás, ambas com avermelhadas e levemente descabeladas pela corrida. Caladas, não se pronunciavam.
- Quando uma mãe faz uma pergunta, ela espera uma resposta. Quem foi?
- A senhora vai por de castigo?- Perguntou a caçula
- Vou, para que o culpado aprenda a não mexer nas coisa dos mais velhos sem permissão. Vocês poderia ter se cortado com os cacos, ter se ferido gravemente... E se não fosse só tinta, e se fosse uma coisa mais séria? Um veneno que mata com o simples contato de pele?
- Mas era só um pote de tinta- as palavras de Bianca saíram impulsivamente
- Não importa se era só um pote de tinta, um lençol, uma pena de asa, ou um item mágico super raro de um importante de um ritual. Vocês não podem mexer...- Alice já não falava com raiva. Mantia apenas suma postura imponente de mãe quando quer educar seus filhos.
- E se a gente prometer que não vai mais fazer isso?
- Bianca... Nós já conversamos sobre isso antes. Uma de vocês desobedeceu, e a que fez isso vai ser punida para que as duas aprendam que tudo o que a gente faz tem uma consequencia. Eu não quero punir uma inocente, então eu espero que a culpada assuma seus atos e aprenda.
A branda voz de Alice procurava uma forma de não causar uma injustiça. Não era certo uma pagar pelo erro da outra. Era estranho notar que mesmo com as pequenas desavenças entre as duas, o instinto de proteção era muito maior. Uma era incapaz de denunciar a outra, ou de simplesmente se declarar inocente.
Notando que as duas permaneciam caladas, Alice começou uma nova abordagem
- Bianca, você iria gostar que Beatriz fosse punida por algo que você cometeu? Você gostaria se ela sofresse por um erro seu?
A menina balançou a cabeça negativamente
- E você Beatriz?
- Não senhora- Com uma voz já eminente de choro
- Mas vai ser isso o que vai acontecer se a responsável não se declarar...
Beatriz olhou nos olhos de Bianca, a menina entretanto, voltou-se a sua mãe, respirou fundo e começou a falar. Sabia como aquela conversa iria terminar, as duas seriam punidas, uma punição mais leve, já que a mãe não iria querer punir a inocente. Mas que não deixaria as duas saírem impunes para que o culpado não achasse que erros não possuem consequencias.
- Mãe, a senhora falou sobre uma não querer que a outra sofresse por um erro seu. Mas mãe, nós não conseguiríamos ver a outra sofrendo sozinha.
- Vocês não vão me dizer que foi?- A voz branda de antes era substituída por uma já mais alta, sem paciência, cansada da não-cooperação de suas próprias filhas.
Adriel que passava pelo corredor para um pouco para ver o desenrolar da conversa. - Alice não estava tendo muitos avanços- Parecia que psicologia infantil não era seu forte. Com um meio sorriso se dirige à sala onde Alexander lia deitado no sofá.
- Ô projétil de anjo - Comenta rindo assanhando o cabelo do jovem- Parece que você vai perder seu quarto.
- Novamente?
O patriarca confirma com a cabeça e em seguida se joga no outro sofá apoiando os pés na mesa se centro da sala. Alexander mexe nas almofada e comenta entrando na brincadeira:
- Sabe, eu já estou me acostumando com o sofá, ele até é confortável.
- Eu sabia que comprar um sofá grande e espaçoso iria ser útil. Considere isso um presente meu para você
- Mas você comprou ele pensando em se um dia você e Alice brigassem e ela te expulsasse do quarto.
- Eu e Alice não brigamos
- Exatamente, ela briga e você escuta.
- Alice é uma mulher de pulso firme.
A conversa é interrompida pelo coro de lamentações das gêmeas, um languido desesperado das duas ao mesmo tempo
- NÃO MÃE, NÃO MÃE, NÃO CASTIGA ELA NÃO,MANHÊ, TA BOM FOI EU- Diziam ambas ao mesmo tempo- NÃO CASTIGA A BI/ BETH NÃO MÃE...
As lamentações das vozes infantis eram agudas e davam dor de cabeça. Interruptas, elas pediam e choravam num coro desencontrado.
- É disso que eu estou falando- Comentou o primogênito
- Ainda bem que eu sou só pai...
- As duas de castigo! Para o quarto AGORA! Uma semana sem sair do quarto e sem TV!
Engolindo o choro as meninas começaram a sair do gabinete de mãos dadas.
- uou uou uou - As meninas se viram com o chamado da mãe - Onde as duas pensam que vão juntas?
- Para o quarto?- Arriscou a mais velha
- Não, não... Bianca para o quarto de Alexander. O castigo é as duas passarem uma semana separadas
- Não, mãe, por favor...- Brandou a mais velha
- Mas eu não quero ficar longe da Bi...- Clamou Beatriz
- Duas semanas- Respondeu friamente a mãe
- Mas mãe ISSO NÃO É JUSTO!- Gritou indignada a caçula
- Três ...
- Ma/
- Eu posso ficar nisso a noite toda...
Bianca tampou a boca de Beatriz com a mão manchada de tinta e começou a puxá-la em direção às escadas. "Não piora a situação, discutir não vai adiantar..." - Sussurrando
- Mas não é justo
- Eu tenho uma idéia, calma...
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- Eu tenho uma idéia, calma...
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Alice vai até a sala com as mão na cabeça procurando se acalmar.
- É muito difícil cuidar dessas duas. Se já dão trabalho nessa idade, imagine quando crescerem...
Adriel esticas os braços oferecendo um abraço, a captare se senta no colo do marido que a abraça e a beija.
- É muito difícil cuidar dessas duas. Se já dão trabalho nessa idade, imagine quando crescerem...
Adriel esticas os braços oferecendo um abraço, a captare se senta no colo do marido que a abraça e a beija.
- Bom já que vocês vãos ficar ... nisso... eu vou ver as meninas- Levantando-se e pondo o livro sobre a mesinha
O casal ainda no beijo dão um sorriso. Adriel faz gestos com a mão para que Alexander vá logo, enquanto Alice tentava se afastar para falar com o jovem.
No quarto - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
As duas entram no quarto e se jogam na cama. Lado a lado.
- Você está suja de tinta- Comentou Bianca limpando o rosto da irmã com a mão.
- Obrigada...
- Que isso, irmão mais velho serve para isso...

- Mas eu sou mais velha... Olha a fita, filha a fita- Batendo com o dedo indicador na fita vermelha presa ao pulso.
- A gente vai passar tres semanas sem se ver...
- Vai não,- mechedo no cabelo da imã - É só a gente se comportar e ficar toda triste pelos cantos, que antes de uma semana ela fica com pena da gente e libera do castigo. Cê sabe como a mamãe é.
- Mas a gente vai ficar sem se ver até ela liberar a gente...
- Já sei... - Se sentando na cama toda animada - A gente pode fazer uma uma passagem secreta, como uma janela secreta de um quarto para o outro. É so cobrir com o quadro ou a estante, sei lá...
- Você está suja de tinta- Comentou Bianca limpando o rosto da irmã com a mão.
- Obrigada...
- Que isso, irmão mais velho serve para isso...

- Você só é 3 minutos mais velha
- Mas eu sou mais velha... Olha a fita, filha a fita- Batendo com o dedo indicador na fita vermelha presa ao pulso.
- A gente vai passar tres semanas sem se ver...
- Vai não,- mechedo no cabelo da imã - É só a gente se comportar e ficar toda triste pelos cantos, que antes de uma semana ela fica com pena da gente e libera do castigo. Cê sabe como a mamãe é.
- Mas a gente vai ficar sem se ver até ela liberar a gente...
- Já sei... - Se sentando na cama toda animada - A gente pode fazer uma uma passagem secreta, como uma janela secreta de um quarto para o outro. É so cobrir com o quadro ou a estante, sei lá...
- Você falando parece ser tão fácil.
- Beatriz... A gente só não faz chover, mas se duvidar a gente ainda deixa o céu nublado...
- Só você, Bianca, só você...
- Eu vou lá ver o que dá para usar para cavar.
- Certo, eu vou procurar por aqui.
... Alguns minutos depois
- Bi.... Achou alguma coisa? - Perguntou Beatriz com apenas a cabça no corredor.
- Eu encontrei uma espada aqui, vai dar certinho, e você?
- Uma espada? Você vai é se cortar- Susurravam
- Nada ainda.
- A gente tem que combinar tudo antes que ela suba para trancar a porta...
- Ah, Bi, eu não sei, vou procurar aqui alguma coisa
- Tem alguem subindo corre! corre!
- Bianca... porque o meu quarto está trancado?
- Peraí Al... eu abro já...
- O que é que você está fazendo? Bianca porque você está fastando os móveis de lugar? Eu estou escutando viu?!
- Pronto, viu, tah tudo bem...
- Você está tão suada e vermelha, o que vocês estão aprontando?- Arrumando o cabelo despenteado da menina.
- É porque... olha eu não vou mentir... porque eu sei que não vai adiantar... Então como você vai descobrir...- Enrrolava enquanto pensava numa desculma convincente - Eu estava pulando na sua cama... Me desculpe...
- Mesmo? E que areia é essa no chão?
- Areia? Onde?
- Eu estou vendo a areira embaixo da escrivanhinha.
- Er... -A menina pensou um instante e respondeu com uma voz convicta - É algo que você não vai contar para mamãe
- Não vou?
- Não, porque se você contar ela vai brigar com a gente, e isso não vai ser legal, e então você vai nos proteger, porque é isso que fazem os irmãos mais velhos... Protegem os irmãos mais novos quando eles precisam.
O captare encarou a menina sério por alguns segundos
- Não é isso?!
Alexander respondeu com uma careta, seguido por uma um meio sorriso.
- ... Então vamos limpar essa areia antes que ela venha aqui e veja.
- AAAAAAAAl eu te amo...- pulando em cima dele e o enchendo de beijos- Te amo, te amo, te amo...
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